Design de livros não precisa ser chato


Um livro não precisa ser uma massa de texto blocado com hífens rasgando em suas margens. E memorandos, relatórios financeiros? Com devem ser?

Um exemplo que pode ser aplicado ao “design experimental” é o trabalho de Cristina Myung Sun Gu. Na verdade não sei porque ela categorizou como sendo um projeto experimental (palavras dela), mas tudo bem. Acontece que esse trabalho fez parte de uma apresentação de tese em conjunto com George Perec em “A Man Asleep” e possui várias camadas de significado e interpretação, tipografia, layout, edição, produção, etc etc. Uma verdadeira aula de misturas inusitadas (outras nem tanto) em uma obra de arte gráfica.

Funciona assim: o livro, escrito em segunda-pessoa (!) foi dividido em três partes, sendo cada um deles representado por um dos três livros do conjunto (três partes, três livros). Para Cristina Sun Myung Gu cada decisão que ela tomava para o projeto, fornecia um outro ângulo para a interpretação e transmissão da história.

Veja o resultado:

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_08

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_07

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_12

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_02

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_01

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_05

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_10

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_09

urban_dysphoria_and_the_spectra_of_anonymity_04

Anúncios

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s